quinta-feira, janeiro 18, 2018

Desde o ano passado...


Desde o ano passado que já aconteceram várias coisas. Uma delas foi a passagem de ano, senão não podia falar do ano passado mesmo que só tenham passado 42 dias desde que vim falar sobre o Benfica nas competições europeias, que foi o tema do meu último texto aqui. Uma das coisas que aconteceu foi o Benfica ficar afastado de outras 2 competições, as 2 Taças que se disputam em Portugal. Mas há mais vida para além do Benfica...

quinta-feira, dezembro 07, 2017

O último será o primeiro


Ora bem, acabou a fase de grupos da Liga dos Campeões, que designarei por Champions a partir de agora e confirmou-se aquilo por que eu esperava, e admito ambicionava, desde a penúltima jornada: o Benfica, que designarei por ZeroLB a partir de agora, acabou com 0 (zero, nulo, nada) pontos e foi a única equipa que só teve derrotas.
Portanto está na hora de abrir o livro e soltar as piadas, porque mais vale rir que chorar.

terça-feira, dezembro 05, 2017

Gefeliciteerd, je ouwe lul!


Foi com esta frase que o meu antigo manager me cumprimentou ontem, segunda-feira, quando chegou ao escritório. A frase traduz-se por "Parabéns, seu pila velha!". Parece que é o equivalente holandês à expressão inglesa "you old fart" ("seu peido velho"). Ainda não sei qual expressão é a melhor...

sexta-feira, novembro 24, 2017

Esta minha panca de querer escrever muito


O facto de eu ter chamado este blog As Dissertações... e querer na maior parte das vezes escrever precisamente isso, dissertações sobre temas, torna-lo vicissitudinário.
E só o facto de ter usado este adjectivo é um exemplo do que quero dizer. Uma dissertação é normalmente um texto ou discurso extenso que na maioria das vezes é resultado de uma investigação. Até para eu ter usado aquele adjectivo que julgo ser raro de encontrar, tive de pesquisar.
Como já escrevi várias vezes, esta minha panca de querer escrever artigos longos e completos, abrangentes ou simplesmente diferentes, traz-me o problema de precisar de tempo.

sábado, junho 24, 2017

Perder os três


Ontem aproveitei o facto de uma vizinha, que comemorou os 30 anos na semana passada com uma festa, ainda ter o balão do 3 visível na varanda para fazer uma piada usando esta expressão que era até bastante comum quando eu era mais novo. Os "três" é um sinónimo da virgindade da mulher. Por isso antes era comum, lá para os meus lados pelo menos, a malta usar expressões como "perdeu os três", "ainda tem os três", "tirou-lhe os três" tudo relacionado com o ter ou já não ter a virgindade. Admito que agora não me lembro se chegávamos a usar também para os rapazes ou era mesmo só para as raparigas.

sexta-feira, junho 23, 2017

Troquei os aviões por pernas

Eu sabia que ia ter saudades da vista do 9° andar do edifico da IBM pois tinha uma boa vista panorâmica e do meu lugar via quase todos os dias os aviões a aterrar ou deslocar do aeroporto de Schiphol. Até tínhamos uns binóculos que eu usava regularmente, às vezes para ver os acidentes que aconteciam de vez em quando na A4 e A10 (Ring). Só que agora estou num 1° andar, com vista para um edifício alto e nem a A4 consigo ver porque existe uma linha de árvores a fazer de barreira.

O inferno voltou a descer à terra ... e voltará a descer no futuro


O ano passado foi em Agosto, o mês mais tradicional dos vários incêndios que eu escrevi sobre muita gente pensar no fim do mundo tal a violência e ferocidade dos incêndios que lavravam em vários pontos do país nessa altura. Mas apesar de praticamente todos os anos a mesma tragédia se repetir, ora nuns locais do país, ora noutros, pouca gente estava preparada para as consequências (mais de 60 mortos, mais de 250 feridos alguns dos quais ainda poderão falecer e mesmo agora ainda não se sabe oficialmente quantos desaparecidos, e se for o caso destes não estarem entre os mortos já conhecidos nem entre os feridos então o mais certo é a contagem das vítimas mortais aumentar) do incêndio de Pedrógão Grande.

terça-feira, maio 23, 2017

"Preciso de pelo menos 15 minutos"

Eu às vezes gosto de voltar atrás e ler o que escrevi há anos. Como tenho o blog desde 2006 já consigo andar para trás uma década. E descobri que há precisamente 10 anos partilhei este episódio caricato que se passou num bar de hotel.
E 10 anos depois, noutro bar de hotel assisti a outro episódio caricato que agora vou partilhar convosco.

Depois de jantar fomos tomar café no Fashion Bar, que presumo que pretenda ser um bar fashion mas é apenas um bar de hotel que não se vislumbra directamente da recepção (uma das disposições mais típicas em hotéis). A Carolina teve de ensinar à rapariga o que era um carioca de café pois ela não sabia, mas não foi esse o episódio caricato. O caricato passou-se com um casal, que eu suponho ser alemão como 80% dos restantes hóspedes no hotel, que se sentou nos bancos com mesinha na minha linha de visão.

Eles sentaram-se e a rapariga imediatamente veio lhes perguntar o que eles queriam. O homem disse num inglês com sotaque que precisavam de tempo para decidir. É normal, pois existe uma lista de bebidas e nem toda a gente já sabe previamente o que quer tomar.
O curioso foi que a rapariga voltou um tempo depois e o homem disse num tom mais firme, sugerindo algum descontentamento: "Ainda não! Preciso de pelo menos 15 minutos para escolher!"
Claro está que pouco depois da rapariga se ir embora, eles pousaram a lista e começaram a olhar em redor, como que à procura da moça para fazer o pedido...